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LP Box Os Mutantes
Product ID: 24226
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LP Box Os Mutantes

PRODUTO OFICIAL POLYSOM
 


Box com 7 LPs Simples - 33 1/3 rpm 180 gramas, preto.
 

No final da década de 60, a música nacional conheceu o grupo que, quase 50 anos depois, ainda dá muito o que falar: Os Mutantes. Um dos precursores do rock no Brasil, a banda apresentou um som único, psicodélico, que serviu, e ainda serve, de referência para as gerações seguintes. A Polysom conta o início de sua trajetória, com o lançamento de “Os Mutantes – BOX”, caixa especial que traz seus cinco primeiros discos, mais “Tecnicolor” (gravado na França em 1970 e lançado em 1999) e a coletânea “Mande um Abraço pra Velha”, todos em vinil de 180 gramas, masterizados a partir das fitas originais.

LPs:

“Os Mutantes” (1968)
Gravado em apenas um mês e meio, o disco “Os Mutantes” marcou a estreia do trio, formado por Rita Lee (voz) e os irmãos Arnaldo Baptista (teclados, baixo, vocais) e Sérgio Dias (guitarra, baixo, vocais). Com produção assinada por Rogério Duprat e Manoel Barembein, o álbum traz 11 faixas. A primeira, o sucesso “Panis Et Circenses”, foi escrita por Gilberto Gil e Caetano Veloso especialmente para o grupo. Ainda de Caetano, eles mostram sua versão para “Baby” e “Trem Fantasma”, essa escrita por eles em parceria com o baiano. De autoria de Jorge Ben, eles regravam “ A Minha Menina”. Entre as composições assinadas pelo trio, estão “O Relógio”, “Ave Gengis Khan” e “Senhor F”, essa última com participação especial da mãe de Arnaldo e Sérgio, Clarisse Leite, no piano.

“Mutantes” (1969)
Marcando a entrada de Dinho Leme (bateria), o grupo apresentava aquele que, talvez, seja seu disco mais experimental. Novamente produzido por Rogério Duprat, as 11 faixas trazem muitas distorções, efeitos, vocais gaguejados e andamentos menos convencionais. Entre elas estão “2001 (Dois Mil e Um)”, “Rita Lee”, “Qualquer Bobagem” e “Algo Mais”, essa última usada na campanha da Shell.

“A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado” (1970)
O terceiro disco marca a consolidação da banda. Agora com o baixista Liminha, Os Mutantes distanciavam-se do Tropicalismo com um disco ainda mais ligado ao rock ‘n’ roll. Com Rogério Duprat nos arranjos e Naná Vasconcelos na percussão, o quinteto faz uma mistura de ritmos e gêneros. Abrindo com a faixa-título, “Ando Meio Desligado”, o álbum também é composto por músicas como “Desculpe, Babe”, “Ave Lúcifer” e “Quem Tem Medo de Brincar de Amor”. E, ainda, versões para “Preciso Urgentemente Encontrar um Amigo”, de Roberto e Erasmo Carlos, e, inesperadamente, para “Chão de Estrelas”, de Silvio Caldas e Orestes Barbosa.

“Jardim Elétrico” (1971)
São 11 faixas, em sua maioria de autoria de Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias. A produção é de Arnaldo e os arranjos de Duprat. Entre as músicas estão “Top Top”, essa uma parceria com o baixista Liminha, “Saravá”, “It’s Very Nice pra Xuxu” e “Virgínia”.

“Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets” (1972)
Brincando com nomes de bandas da época, como Bill Haley and His Comets, o livro “Alice No País das Maravilhas”, e a palavra “baurete”, inventada pelo amigo Tim Maia, Os Mutantes chegaram a um título inusitado para seu quinto disco: “Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets”. Com produção de Arnaldo, o disco traz dez faixas, com letras divertidas e irônicas, embaladas pelo rock, com solos generosos. Entre as músicas, estão “Posso Perder Minha Mulher, Minha Mãe, Desde que Eu Tenha o Rock and Roll”, a clássica “Balada do Louco”, “Beijo Exagerado” e uma versão envenenada para “Rua Augusta”, de Hervé Cordovil. O disco foi o último com a formação original, já que Rita Lee deixou Os Mutantes após seu lançamento.

“Tecnicolor” (1999)
Gravado em 1970 na França, o disco ficou na gaveta por quase 30 anos, até que chegasse ao público em 1999. O álbum, produzido por Carlos Olms, traz versões em inglês para faixas já conhecidas na voz d’Os Mutantes. Entre elas “I’m Sorry Babe (Desculpe, Babe)”, “I Feel A Little Spaced Out (Ando Meio Desligado)”, “She’s My Shoo Shoo (A Minha Menina)”, “Baby” e “Panis Et Circenses”.

“Mande Um Abraço Pra Velha” (2014)
A coletânea “Mande Um Abraço Pra Velha” resgata 13 músicas que o grupo gravou como participação ou dividindo discos com outros artistas, além de faixas gravadas em festivais da época. Ali estão algumas faixas de um compacto com Caetano Veloso, como “Baby” e “Marcianita”, e outras do disco “A Banda Tropicalista do Duprat”, como “The Rain, The Park and The Other Things” e “Lady Madonna”. Dos festivais, estão “Domingo no Parque”, “Glória ao Rei dos Confins do Além” e “Ando Meio Desligado”, essa também na versão original do compacto homônimo.    

* Imagem meramente ilustrativa



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